Olá queridos leitores! Como vão?
Espero que com saudades dos meus posts, claro!
Hoje eu trago uma indagação para vocês, talvez mais um post polêmico, mas, “O que seria o amor?” e “O que seria paixão?”.
Podem parecer perguntas bestas e muitos podem pensar, “mas ué, você não sabe?”. Humildemente, digo que não. Muitos dizem, “Ah, eu fui apaixonada por um menino na 5ª série”, até aí eu também, mas isso é paixão mesmo ou é apenas mais um sentimento que a gente não sabe o que é e na base do senso comum nomeamos de paixão?
Para alguns teóricos a paixão acaba em 7 anos, para outros 6 anos, para outros tem 4 anos de duração. Como eu fiquei apaixonadinha na 5ª série por 6 meses e depois desecanei do guri, então eu não estava apaixonada nada, estava é “afim” dele, só isso. Isso até que faz sentido, já vi romances se acabarem após este período de 6 anos, mas se isso realmente for verdade, então colocaria em xeque tudo o que um dia aprendi com meus pais, avós, sociedade, filmes e novelas. Alguns dizem que paixão vira amor, será?
No que devo acreditar? No senso comum dos meus antepassados, ou na ciência e seus estudos empíricos?
Há um dois meses atrás eu ví um dos filmes mais fofos que já ví, se chama “Quando em Roma”, é uma daquelas comédias românticas enjoativas (no meu ponto de vista) mas não sei porque cargas d’água adorei o filme. Se trata de uma garota workaholic que conhece o amor de sua vida no casamento da irmã, que acontece, claro, em Roma. Tem algumas aventuras no filme, e é isso que torna ele engraçadinho e acaba, CLARO DE NOVO, tudo ótimamente bem.
Semana retrasada assiti a outro filme deste mesmo naipe, se chama “Cartas para Julieta”, adivinhem onde se passa? Roma também! Claro!
Acontece o mesmo blábláblá, na verdade tem uma diferença, o cara é de Londres, mas por ela ele deixaria tudo para trás, emprego, casa, família, tudo em nome do amor. Tá, eu sou o Bozo!!!
Acho que isso é uma pista, eu tenho que ir pra Roma também. Virou point agora!
Sinceramente, e me desculpem os apaixonados (as), eu não acredito nessa história toda de romance e amor. Alguns podem dizer que meus pais são separados e por isso tive blablabla, NADA, meus pais são casados, muito bem casados obrigada e se casaram 6 meses após começarem a namorar. Então esse blablabla não funciona comigo, sorry.
Na verdade não sei porque não consigo acreditar nisso, talvez eu nem queira acreditar.
Eu acredito que as pessoas preicsam acreditar nisso, no amor e nessa paixão que acaba depois de 7 anos. O problema é quando as brigas começam e os pombinhos descobrem que a carruagem virou abóbora após a meia noite e a dona fada madrinha se mandou porque dá muito trabalho manter 2 pessoas completamente diferentes juntas.
Alguém realmente acredita na Cinderela? Olhem no que deu a Lady Di e tem mais uma “plebéia” (como é “carinhosamente” chamada por todos), se aventurando na família real. Com a Lady aconteceu a típica história encantada mas talvez sem o príncipe e sem o final feliz também.
Fui muito insensível? Desculpe-me, mas cresci assistindo star wars então meu príncipe sempre foi o Luke Skywalker e não a Branca de Neve, talvez por isso eu não seja tão crédula como uma garota qualquer. (Modo de dizer ok?)
Para os esperançosos (as), saibam que minhas próximas leituras serão os livros românticos da Jane Austen, quem sabe ela não consegue mudar minha cabeça? Quem sabe ela não consiga mudar gelo pra fogo? ou derreter o gelo pelo menos. Talvez eu não seja gelo, talvez eu seja pedra, ou areia….muito filosófico isso até pra mim…rs
A questão na verdade é, eu quero mudar? Eu preciso mudar? Eu preciso acreditar em algo que eu não acredito? Porque? Pra quê?
Sei lá, eu ainda sou a Carol “the strange” que adora StarWars, odeia a Branca de Neve (A branca de neve será para outro post), curte Rock, tem uma tattoo, gosta de ler, escrever, gosta de pessoas inteligentes, odeia futilidade mas não deixa de ser uma garota que faz compras (Aliás, adoro compritchas).
Muito complexa?
Bom, acho que é porque mulher, ninguém esperava simplicidade né?
Beijos Ceticíssímos
Carol Vieira

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